O meio-irmão da princesa Mette-Marit da Noruega está na lista das 86 vítimas do massacre na ilha de Utoya, nos arredores de Oslo, anunciou o Palácio Real nesta segunda-feira.
Trond Berntsen, 51, era policial, mas não estava a serviço no momento do ataque.
Segundo o jornal "Verdens Gang" ("VG"), que cita testemunhas, ele tentou deter o atirador depois de salvar seu filho.
"O atirador não hesitou por um segundo durante sua fúria assassina e matou o policial, que não estava armado", divulgou o "VG".
De acordo com outros jornais, Bernsten estava em Utoya porque tinha sido contratado como segurança particular pelos 600 jovens reunidos num acampamento de verão da juventude trabalhista na ilha.
Bernsten era filho do segundo marido da mãe de Mette-Marit, que se tornou princesa em 2001 após o casamento com o príncipe herdeiro, Haakon.
Na primeira ação, um carro-bomba explodiu próximo à sede do governo, no centro de Oslo, matando sete pessoas.
No segundo ataque, o norueguês Anders Behring Breivik, 32, atirou contra os participantes de uma colônia de férias da juventude do Partido Trabalhista (no poder) em Utoya, 40 km a oeste da capital, provocando ao menos 86 mortes.
Os dois ataques foram cometidos com apenas duas horas de diferença. A hipótese mais sólida era de que o suspeito tinha ativado o carro-bomba que explodiu na capital para depois seguir em direção à ilha, situada a cerca de 40 quilômetros da capital.
Breivik disse à polícia de Oslo ter agido "sozinho" no massacre. Mas depoimentos de alguns sobreviventes deram a entender que poderia haver outro atirador.
Um documento de 1.500 páginas redigido aparentemente pelo norueguês revela que o ataque já era preparado desde o outono (boreal) de 2009.
O documento, publicado na internet diariamente, inclui um manual sobre como montar bombas e um discurso contra o Islã e o marxismo.
Breivik detalha os preparativos de sua ação, destacando "o uso do terrorismo como um meio de despertar as massas", e admite que será lembrado como "o maior monstro nazista desde a Segunda Guerra Mundial".
Com várias referências históricas, o manifesto inclui numerosos detalhes da personalidade do agressor, seu modus operandi para fabricar bombas e seu treinamento de tiro, além de um minucioso diário dos três meses que precederam o ataque.
O texto, escrito em inglês, tem o título "A European Delaration of Independence - 2083" (Uma declaração de Independência Europeia - 2083) e é firmado sob o pseudônimo "Andrew Berwick".
Trond Berntsen, 51, era policial, mas não estava a serviço no momento do ataque.
Segundo o jornal "Verdens Gang" ("VG"), que cita testemunhas, ele tentou deter o atirador depois de salvar seu filho.
"O atirador não hesitou por um segundo durante sua fúria assassina e matou o policial, que não estava armado", divulgou o "VG".
De acordo com outros jornais, Bernsten estava em Utoya porque tinha sido contratado como segurança particular pelos 600 jovens reunidos num acampamento de verão da juventude trabalhista na ilha.
Bernsten era filho do segundo marido da mãe de Mette-Marit, que se tornou princesa em 2001 após o casamento com o príncipe herdeiro, Haakon.
Na primeira ação, um carro-bomba explodiu próximo à sede do governo, no centro de Oslo, matando sete pessoas.
No segundo ataque, o norueguês Anders Behring Breivik, 32, atirou contra os participantes de uma colônia de férias da juventude do Partido Trabalhista (no poder) em Utoya, 40 km a oeste da capital, provocando ao menos 86 mortes.
Os dois ataques foram cometidos com apenas duas horas de diferença. A hipótese mais sólida era de que o suspeito tinha ativado o carro-bomba que explodiu na capital para depois seguir em direção à ilha, situada a cerca de 40 quilômetros da capital.
Breivik disse à polícia de Oslo ter agido "sozinho" no massacre. Mas depoimentos de alguns sobreviventes deram a entender que poderia haver outro atirador.
Um documento de 1.500 páginas redigido aparentemente pelo norueguês revela que o ataque já era preparado desde o outono (boreal) de 2009.
O documento, publicado na internet diariamente, inclui um manual sobre como montar bombas e um discurso contra o Islã e o marxismo.
Breivik detalha os preparativos de sua ação, destacando "o uso do terrorismo como um meio de despertar as massas", e admite que será lembrado como "o maior monstro nazista desde a Segunda Guerra Mundial".
Com várias referências históricas, o manifesto inclui numerosos detalhes da personalidade do agressor, seu modus operandi para fabricar bombas e seu treinamento de tiro, além de um minucioso diário dos três meses que precederam o ataque.
O texto, escrito em inglês, tem o título "A European Delaration of Independence - 2083" (Uma declaração de Independência Europeia - 2083) e é firmado sob o pseudônimo "Andrew Berwick".
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