Tropas do governo iemenita mataram 12 suspeitos de serem membros da Al Qaeda ao tentar recapturar áreas tomadas por militantes islâmicos no país, afirmou o ministro da Defesa do Iêmen nesta quinta-feira.
O combate ocorre em meio a receios que ocorra um colapso de autoridade do país. Em Sanaa, com a saída do ditador Abdullah Saleh -- que está na Arábia Saudita fazendo tratamento médico depois que foi ferido em um ataque -- o regime se encontra em um impasse com as tribos rebeldes.
Os Estados Unidos temem que o vácuo de poder deixaria o caminho livre para o braço da Al Qaeda no Iêmen -- um dos maiores redutos da rede terrorista.
Segundo o "New York Times" publicou ontem, a Casa Branca intensificou sua guerra secreta no Iêmen atirando em pessoas suspeitas com ataques aéreos e mísseis.
Saleh havia autorizado missões secretas americanas no Iêmen em 2009, mas colocou limites no alcance da operação e disse publicamente que todas as operações militares teriam sido conduzidas pelas tropas do Iêmen.
O combate ocorre em meio a receios que ocorra um colapso de autoridade do país. Em Sanaa, com a saída do ditador Abdullah Saleh -- que está na Arábia Saudita fazendo tratamento médico depois que foi ferido em um ataque -- o regime se encontra em um impasse com as tribos rebeldes.
Os Estados Unidos temem que o vácuo de poder deixaria o caminho livre para o braço da Al Qaeda no Iêmen -- um dos maiores redutos da rede terrorista.
Segundo o "New York Times" publicou ontem, a Casa Branca intensificou sua guerra secreta no Iêmen atirando em pessoas suspeitas com ataques aéreos e mísseis.
Saleh havia autorizado missões secretas americanas no Iêmen em 2009, mas colocou limites no alcance da operação e disse publicamente que todas as operações militares teriam sido conduzidas pelas tropas do Iêmen.