A Procuradoria-Geral do Equador anunciou nessa terça-feira a abertura de uma investigação preliminar sobre as acusações de que a campanha eleitoral do presidente Rafael Correa em 2006 teria recebido dinheiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
As acusações, que já haviam sido feitas anteriormente no Equador, ganharam força na semana passada após a publicação de um relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, sigla em inglês), de Londres, sobre o conteúdo dos discos rígidos de computador encontrados no acampamento guerrilheiro onde foi morto o líder das Farc conhecido pelo codinome "Raúl Reyes".
Reyes foi morto em uma operação militar colombiana no lado equatoriano da fronteira, em março de 2008, em uma ação que gerou um conflito diplomático entre os dois países.
O estudo do IISS indicou que os arquivos detectados "sugerem que Correa solicitou pessoalmente e aceitou fundos ilegais das Farc em sua primeira campanha em 2006" e observou que essas contribuições seriam estimadas em cerca de US $ 400 mil.
Na terça-feira, após o anúncio da abertura do inquérito, o presidente voltou a negar ter recebido tais contribuições e disse que estava cansado do que ele chamou de "farsa" contra ele.
"Mais uma vez eles levantam o tema das Farc, de que recebemos dinheiro das Farc. Agora parece que são US$ 400 mil e que fui eu quem solicitou", disse Correa, reiterando que está disposto a passar por um detector de mentiras para provar sua inocência.
O governo equatoriano tem questionado a veracidade dos discos rígidos de Reyes, dizendo que o material pode ter sido alterado.
As acusações, que já haviam sido feitas anteriormente no Equador, ganharam força na semana passada após a publicação de um relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, sigla em inglês), de Londres, sobre o conteúdo dos discos rígidos de computador encontrados no acampamento guerrilheiro onde foi morto o líder das Farc conhecido pelo codinome "Raúl Reyes".
Reyes foi morto em uma operação militar colombiana no lado equatoriano da fronteira, em março de 2008, em uma ação que gerou um conflito diplomático entre os dois países.
O estudo do IISS indicou que os arquivos detectados "sugerem que Correa solicitou pessoalmente e aceitou fundos ilegais das Farc em sua primeira campanha em 2006" e observou que essas contribuições seriam estimadas em cerca de US $ 400 mil.
Na terça-feira, após o anúncio da abertura do inquérito, o presidente voltou a negar ter recebido tais contribuições e disse que estava cansado do que ele chamou de "farsa" contra ele.
"Mais uma vez eles levantam o tema das Farc, de que recebemos dinheiro das Farc. Agora parece que são US$ 400 mil e que fui eu quem solicitou", disse Correa, reiterando que está disposto a passar por um detector de mentiras para provar sua inocência.
O governo equatoriano tem questionado a veracidade dos discos rígidos de Reyes, dizendo que o material pode ter sido alterado.
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